
Vivi esse ano, pensando e me dedicando aos próximos. Com o término do ensino médio no ano passado e sem muitos planejamentos para esse, percebi que estava na hora de acordar e tomar decisões importantes para a minha vida. Como um dos meus maiores objetivos é fazer uma faculdade, logo, me matriculei em um cursinho pré-vestibular. Aliás, boa parte do meu ano, passei lá. Afinal, além de frequentar a semana inteira, também fui aos finais de semana e até em alguns feriados. Assim, larguei mão de muitas coisas só para estudar e revisar matérias, pesquisar profissões e assistir aulas. Além disso, convivi com pessoas que estavam passando pelo mesmo momento que eu, me conheci melhor e [re]descobri os meus limites e os meus valores. Mas apesar de manter a cabeça bem ocupada, ainda me senti perdida e confusa, principalmente com a escolha da profissão, com a concorrência, com a rotina e com toda a tensão que um vestibular provoca. Houve momentos em que me deu vontade de jogar tudo para o alto e desistir. Mas hoje, na reta final, posso olhar o que eu passei e afirmar que mesmo que eu não passe em nenhum vestibular, tudo valeu a pena e, graças a esse ano, me sinto mais preparada para 2010.
Texto para o Tudo de Blog
Pauta para a REVISTA: "Retrospectiva"


Apesar de morarmos no país conhecido pela "pouca roupa", é fato que ainda vivemos em uma sociedade que rotula as pessoas pelo o que elas vestem. Nós ainda não percebemos que uma roupa NÃO determina o caráter de alguém e nos deixamos enganar pela embalagem. O que é até normal, pois quando convivemos em grupo, estamos sujeitos a julgar e a sermos julgados. Mas o caso da UNIBAN extrapolou todos os limites! Pois um vestido, por mais curto que seja, não é motivo para todo aquele fuzuê que causaram. A Geyse errou? Sim. Faltou bom senso e adequação na hora de se vestir. Mas sem dúvidas, o maior erro partiu dos seus colegas, que foram intolerantes, falsos moralistas e desrespeitosos. NADA, nem o comprimento do vestido e nem o comportamento ou o histórico da aluna, justifica a reação desses estudantes. Se queriam difamá-la, não conseguiram, porque os difamados no caso foram os próprios alunos e a universidade.
E vocês? O que acharam do caso? Quem tem culpa?
Texto para o TUDO DE BLOG
Pauta para o SITE: "Caso UNIBAN"

Dizem as boas línguas que crianças são inocentes. Mas a verdade é que crianças são muito dissimuladas, principalmente quando querem as coisas.
Hoje mesmo, logo pela manhã, sai com o meu pai e fomos ao mercado. No caixa, na nossa frente, tinha uma mulher com uma menininha de uns três anos de idade mais ou menos. Esta, ficava rindo, cantarolando e tentando alcançar as coisas que estavam dentro do carrinho, e eu, ficava só olhando, pois adoro ver crianças felizes. Tá, até aí, tudo muito normal. Aconteceu que a menina se jogou no chão, encenando uma queda e de repente começou a chorar de verdade e a choramingar para a mãe que tinha se machucado. A mãe, para calar a boca da pirralha, deu-lhe um danone e imediatamente, ela enxugou as lágrimas e começou a sorrir. É, foi exatamente assim, eu estava lá, vi tudo.
Comentei com o meu pai e ele disse: - Você pensou "Olha só, com essa idade e já parece comigo"
Eu: - Mas eu já fiz isso? Oo
Ele: - Faz até hoje!
Quando cheguei em casa, comentei o episódio com a minha mãe também e ela desatou a falar: - Olha só, você deve ter pensado "Parece comigo".
Eu: - Mas eu já fiz isso? Oo'
Ela: - Faz até hoje!
Eu: Acho que eu já ouvi isso!
Pois é, não foi combinado, então talvez eu já tenha feito. Talvez. O fato é que crianças não são tão inocentes assim, elas são mais espertas do que a gente pensa! Hehehe.
E você? Já presenciou alguma cena parecida?
PS: Adoro crianças!
Deixar o mundo mais pink não se trata de uma conspiração para dominar o planeta entre patricinhas e aspirantes da cor em questão. Mas sim, de uma atitude para transformar o mundo em um lugar melhor de se viver! O pink, nesse caso, vai além da cor, pois está no seu significado. Um mundo cor de rosa é um mundo mais feliz, mais divertido, mais agradável. Quem deixa o mundo mais pink? NÓS! E para deixá-lo assim, não precisa de muito não. Pois ser pink é querer fazer a diferença e ter atitude. Eu mesmo, não faço nada de extraordinário, mas com o meu jeitinho e de uma forma espontânea, colaboro com o mundo mais pink. Como? Respeito as diferenças e não julgo as pessoas. Guardo papel de bala e afins dentro da bolsa, para depois jogar no lixo e não jogo no chão ou na rua. Cumprimento as pessoas ao meu redor, mesmo que eu não as conheça. Em transportes públicos, não sento em lugares reservados, e, quando vou sentada, seguro a bolsa de quem está em pé ou cedo meu lugar para quem precisa mais do que eu. Estou sempre de bom humor, mas quando não estou bem, não desconto meus problemas nos outros e tento sempre sorrir e transmitir energia positiva. Enfim, transformo pequenos hábitos diários em grandes ações e assim, deixo o mundo mais pink. E você? O que faz para deixar o mundo mais pink? Texto para o Tudo de Blog
Pauta para a REVISTA: "Mundo mais Pink"

Muitas coisas conseguem me tirar do sério, como gritos, som com o volume muito alto, injustiça e blá, blá, blá. Mas nada e nem ninguém consegue me deixar tão irritada quanto o meu cabelo. Sério. Este, realmente define o meu humor e às vezes, juro, parece que ganha vida própria só para me chatear. Quando ele me obedece e fica [quase] do jeito que eu quero, me sinto livre, leve, solta, feliz e saltitante. Mas se me desobedece e resolve "pagar de rebelde", me deixa, literalmente, com os cabelos em pé! Já cheguei a ameaçá-lo e dizer que ainda vou cortá-lo de vez e ficar careca. Mas nesses dias, nem chapinha, nem reparador e muito menos ameaças, conseguem domá-lo! Haja paciência!
O que tira você do sério? Conte-me por comentário! Adoro ler! :)
Textinho para o Tudo de Blog
Pauta para o SITE: "O que tira vocês do sério?"

Recadinho: Pessoas queridas, eu sei que não estou sendo uma boa blogueira, que não tenho atualizado meu blog e nem devolvido visitas. Mas tenho uma explicação para tudo isso: vestibular! Espero que vocês me entendam! =)
Ter um momento de sorte, já é uma sorte. Porque na maioria das vezes, tudo que nos acontece são consequências dos nossos próprios atos e decisões. E aquilo que não depende apenas de nós, depende parcialmente de outro alguém. Assim, acredito que sorte [ou azar] é algo que acontece sem ter o dedo de ninguém, muito menos o nosso. Por isso, contar só com a sorte é deixar se entregar para algo incerto e inútil. Então, prefiro acreditar que tenho o controle da minha vida e me esforçar para que algo que eu quero se torne possível. Mas claro que já tive momentos que precisei contar com algo que vai além de mim, ou seja, a sorte me deu uma ajudinha. Como quando eu queria sair e estava chovendo, mas de repente saiu um sol bem bonito. Ou quando eu entrei em uma loja e achei um vestido lindo e único, mas do meu tamanho e com um preço ótimo. Ou até mesmo, quando eu entrei em um ônibus lotado, mas apareceu um lugar bom para eu sentar e o melhor, do lado de um colírio. Enfim, mesmo que não pareça, eu já fui bem sortuda em algumas situações. Mas não adianta só ter sorte, tem que saber aproveitar a oportunidade que aparece, e, para isso acontecer, depende apenas de nós. Afinal, não dependemos da sorte, mas quando a temos, precisamos fazer nossa parte!
E vocês já tiveram um dia de sorte? O que rolou? Contem para mim! :)
Texto para o Tudo de Blog
Pauta para a Revista (Edição 1084): "Sorte"

Não sei quem foi o infeliz que inventou que para ser feliz é preciso ter uma agenda lotada de compromissos. O fato é que, querendo ou não, adotei esse estilo de vida para mim. Vivo na correria, de olho no relógio e quando não quero mais correr, os ponteiros avisam que eu tenho que correr. Às vezes, até parece que o tempo conspira contra mim e o tic tac incessante, me apavora. Então, coisas pequenas, porém não menos importantes, acabam passando despercebidas no meu dia-a-dia. Por isso, meu pequeno maior prazer, é quando sinto uma pontinha de liberdade desse sistema que vivo. É quando não tenho compromissos, prazos e nem preocupações. É quando durmo a hora que eu quero e acordo só para ficar deitada, sem fazer nada. É quando eu assisto um, dois, três filmes e como pipoca, pizza e chocolate, sem me preocupar com as calorias. É quando tomo aqueles banhos bem demorados e simplesmente fico vendo a água cair sobre mim... Enfim, o pequeno prazer que anima minha vida, é quando eu não sei [e nem quero saber] que horas são e posso assim, ter o controle da minha rotina!
E para vocês? Que pequenos prazeres animam a vida?
Texto para o Tudo de Blog
Pauta para a REVISTA (Edição 1083): "Pequenos prazeres"

Bastou apenas um ato, o furto de uma prova nacional, para que milhares de estudantes brasileiros se prejudicassem. Entre estes, estou eu. O ENEM, para mim, é mais do que uma prova, é uma esperança de realizar um dos meus maiores sonhos: entrar na faculdade. Não é a toa que eu tenho me preparado mais para o ENEM do que para qualquer outro vestibular. Afinal, o ENEM conta pontos extras em alguns dos maiores vestibulares, é primeira ou única fase das universidades federais e garantia de uma bolsa de estudos pelo Prouni. Eu até acreditei que a mudança do ENEM fosse um verdadeiro avanço na educação brasileira, mas tantas expectativas, viraram decepção e incertezas. Claro que há males que vem para o bem, pois agora tenho uma noção de como vai ser a prova e mais tempo para estudar. Mas não sei como vai ser daqui para frente, pois depois do que aconteceu, não tenho mais garantia de nada, muitas universidades importantes já estão abandonando o ENEM e sinto que essa história ainda vai dar muito o que falar. O ENEM perdeu a credibilidade. Tenso.
Texto para o Tudo de Blog
Pauta para o SITE: "ENEM: E agora?"

Ps: Como os leitores mais ativos desse blog perceberam, quando eu pensei que ia ter ENEM, passei duas semanas sem atualizar meu blog, para dar aquela última revisada em algumas matérias. É, agora tenho muito tempo para revisar, né?
Ps²: Gentem, tenho várias visitas pendentes. Uma hora, eu visito todos, ok? =)
Não sei se eu gostaria de ser invisível por vinte e quatro horas seguidas. No começo, a invisibilidade me permitiria fazer coisas que não tenho coragem de fazer visivelmente. Como, escutar conversas alheias, não pagar condução para me locomover, descobrir o que os homens conversam entre eles, assistir um filme no cinema ou uma peça de teatro sem comprar ingresso ou não me preocupar com a minha aparência. Aliás, eu poderia até sair pelada e descabelada, afinal, ninguém notaria mesmo. Mas depois de um certo tempo, me sentiria sozinha, pois eu não teria ninguém para conversar e compartilhar as minhas experiências e descobertas.
Textinho para o Tudo de Blog
Pauta para o site: "Invisíveis"
AVISO: Nós, blogueiras do Tudo de Blog, agora temos nosso perfil lá no site da Capricho: http://migre.me/83Yy. Quer ver o meu perfil? Procure por Juliana Rodrigues!
Nunca é tarde para encontrar o namorado dos sonhos. Ainda não o encontrei e nem sei quando vou encontrá-lo. Mas aquele lance de namorar só para ter um namorado, não combina comigo. Aliás, acho que deve ser uma tortura tentar se iludir com um relacionamento que na verdade não existe e seguir adiante só para garantir o status. Por isso, nunca namorei. Então, tenho que tolerar o espanto e o questionamento das pessoas. Pois, em uma geração que namora por namorar, é realmente estranho ver alguém que não segue a mesma regra, ainda mais tendo dezoito anos de idade. Claro que um dia vai acontecer e esse dia pode ser hoje, amanhã, daqui um mês, um ano ou mais. Não tenho uma previsão de quando, só sei que vai ser no momento certo. Afinal, não existe um reloginho para avisar se está cedo ou se está tarde, pois para esses casos, o tempo é muito relativo, cada um tem o seu, e, eu vou saber quando chegar o meu.
Me conta: O que você nunca fez, mas ainda dá tempo de fazer?
Texto para o Tudo de Blog
Pauta para o Site: "Nunca é tarde para..."

Pessoas lindas, como vocês sabem [ou não], o ENEM é daqui duas semanas. Então preciso revisar matérias. Continuarei postando, mas com menos frequência, ok? Me sinto muito mal por isso, pois amo meu cantinho e infelizmente, ele está um pouco abandonado por conta do vestibular. Afinal, vida de vestibulanda não é fácil, né? Conto com a compreensão de todos vocês! :)
Não é só o Sarney que está merecendo um cartão vermelho*, confira a minha lista de merecedores [não que sejam só esses, claro]:
1 - Lady GaGa - Ela leva muito a sério esse lance de pendurar a melancia no pescoço. O estilo bizarro dela, poderia ser até inovador no mundo da música, porque de fato, ela tem talento. Mas está ficando forçado e apelativo. Afinal, não consigo acreditar que alguém se sinta bem e confortável, cobrindo o rosto, por exemplo.
2 - Dado Dolabella - Ele já entrou na Fazenda com a intenção de "limpar" a imagem de Bad Boy. Mas para mim, todo aquele blá, blá, blá, não convenceu e até hoje não entendo por quê ele saiu do programa com um milhão de reais no bolso e o ego ultrapassando o pico do Monte Evereste. Tudo que ele falava ou fazia em frente as câmeras, tinham segundas, terceiras, quartas e até quintas intenções. Mas ganhar não significa merecer e imagem não se compra, se constrói.
3 - Minha vizinha - Se um elefante incomoda muita gente, eu garanto que a minha vizinha incomoda muito mais. Além de viver pedindo coisas emprestadas, ela liga o som com poluições sonoras no último volume e em horários estratégicos para me irritar: ou quando estou dormindo ou quando estou estudando.
4 - Xuxa - Ela fez parte da minha infância, confesso, mas conseguiu me decepcionar nos poucos dias em que esteve no Twitter. Eu nem a seguia, para falar a verdade, mas o bafafá que ela causou foi tão grande que a notícia se espalhou rápido. Em um mundo onde escrever errado é a coisa mais comum, em vez de admitir e levar na brincadeira, ela preferiu cobrir o erro de português da filha com a desculpa esfarrapada da alfabetização em Inglês e com um fuzuê desnecessário.
5 - Matemática - é fato que não tenho talento algum com números, pois ainda faço conta com os dedos da mão e detesto todas as suas equações, trigonometrias e problemas aleatórios. Ainda acho que essa matéria vai conseguir me atrapalhar no Vestibular, porque na minha cabeça, não entra nem um x ou y.
Prontofalei. E vocês? Para quem dariam um cartão vermelho?
Texto para o Tudo de Blog
Pauta para o Site: "Para quem vocês dariam cartão vermelho?"

* Para você que não sabe do babado do cartão vermelho, confira aqui: http://migre.me/71wq

Ano: 1990, mas as gravações já duram há dezoito anos e não existe previsão de quando devem terminar.
Gênero: Um longa-metragem baseado em fatos reais.
Direção: Em certos pontos é a própria Juliana, mas têm situações que ela não consegue controlar e a história apresenta várias interferências.
Elenco: Juliana, família e coadjuvantes. Não tem um elenco fixo, pois com o passar do tempo, este sofre alterações.
Sinopse: Com atualizações constantes e sem efeitos especiais, o filme se passa na cabeça da Juliana, uma garota comum, que não é mocinha e nem vilã, mas que chega ao ponto de conseguir enxergar a sua vida como um filme digno de Óscar. Uma história cheia de altos, baixos e principalmente, neutros, que mostra o decorrer dos anos de uma garota como qualquer outra, que convive com a família, estuda, se diverte com as amigas, paga micos, vive decepções e conquistas, adquire experiências e busca seu príncipe encantado.
Comentário: Apesar de ser uma garota com uma uma rotina totalmente normal, ela é uma pessoa que tem uma vida parecida com a minha ou com a sua, mas com suas particularidades, claro. Desta forma, pode despertar a identificação do público em algumas cenas.
Texto para o Tudo de Blog
Pauta para a Revista - Edição 1080: "Minha vida daria um filme!"

Ps: E a maratona de textos para a Capricho continua, falta mais uma pauta, se tudo der certo, volto para atualizar até terça! ;D
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Olá minhas queridas ou queridos, amigas e amigos. Sejam Bem-Vindos ao meu mundinho de sonhos e Pensamentos. Sintam-se a vontade, e voltem sempre!
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